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Dogons e os viajantes de Sírius!

Atualizado: 13 de dez. de 2023


A história antiga está repleta de relatos intrigantes acerca de seres que visitaram a Terra trazendo conhecimento avançados para a época, auxiliando no desenvolvimento da humanidade. A exemplo disso temos o lendário Quetzalcoatl que teria ensinado aos astecas fundamentos essenciais para a estrutura social como: leis, agricultura, arquitetura e artes. Outro exemplo é o Código Hamurabi, primeiro conjunto de leis instituído na humanidade, que teria sido dado pelo deus Shamash ao rei babilônico Hamurabi, para que este governasse com justiça.

No entanto o contato mais impressionante se deu na tribo africana Dogon, isso porque tudo indica que muito antes dos astrônomos descobrirem a existência de duas outras estrelas no sistema de Sírius, os dogons já detinha tal conhecimento há pelo menos milênios e o mais impressionante: tal informação teria sido passada a eles pelos próprios habitantes de Sírius, os nommos.

A tribo, localizada em Mali, tem suas origens que remontam há 3.200 a. C. e há

quem defenda que sejam eles os ancestrais do povo egípcio.

Na década de 30 os antropólogos franceses Marcel Griaule e Germaine Dieterlen tiveram

acesso a mitologia cosmológica dos dogons após longos doze anos de convívio com a tribo e

ficaram surpresos com os conhecimentos astronômicos que este povo possuía como: a existências das quatro luas de Júpiter, os anéis de Saturno e o movimento em espiral da nossa galáxia.

Outro fato que deixou os pesquisadores estarrecidos foi a revelação do conhecimento acerca do sistema solar de Sírius: os dogons afirmavam que a estrela mais brilhante do céu possuía uma companheira extremamente densa que a orbitava a cada 50 anos.

Tal conhecimento na época era restrito aos acadêmicos da área, que haviam descoberto a

existência de Sírius B no século anterior e, o mais impressionante, calculado seu período

orbital de 50,4 anos. Já a densidade de Sírius B só foi constatada anos depois quando os

astrônomos perceberam se tratar de uma anã branca com a massa similar ao do nosso sol,

mas com o tamanho do planeta Terra.

Todo esse entendimento teria sido dado pelos nommos, descritos pelos dogons como

metade humanos e metade anfíbios. Esses seres teriam descido na Terra em uma grande

nave que girava e fazia um barulho tão forte como o rugido de um vento, além de aterrar na

superfície semeando a terra como se jorrasse sangue.

Além disso, essas criaturas teriam vindo de uma terceira estrela do sistema de Sírius, orbitada por um planeta, o lar dos nommos.

Acontece que desde a descoberta de Sírius B, leves interferências no sistema binário

sugerem a presença de uma terceira estrela, sendo objeto de estudo pelos astrônomos

desde então.

No ano de 1995 cálculos matemáticos apontaram a possibilidade da existência da terceira

estrela e que essa seria difícil detecção por se tratar de uma estrela do tipo anã vermelha

de baixa emissão de luz. No entanto, em 2008 o telescópio Hubble praticamente anulou a

possibilidade de existência do terceiro astro.

Poderia haver algum ângulo fora do alcance do telescópio escondendo a então batizada

estrela Sírius C?


E você, acredita na existência de Sírius C? Compartilhe sua opinião aqui nos comentários!


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